(61) 3963-4555

INEP abre Formulário Eletrônico para recredenciamento de IES

Confira as IES que preencherão formulários eletrônicos no período de 18/06/2010 a 18/07/2010, com Previsão de Visitas In Loco a partir de 02/08/2010 Visite http://www.inep.gov.br/download/superior/2010/abertura_formulario_eletronico_avaliacao_institucional_externa_18_06_2010.pdf

Escolas devem dar orientação sexual a partir dos 5 anos

iG último segundo - Relatório do departamento de saúde pública britânico aponta que educação sexual inadequada aponta para altos índices de gravidez - A educação sexual deveria começar a partir dos cinco anos, para que as crianças adquiram a habilidade e confiança necessárias para que adiem o início da atividade sexual até que estejam realmente prontas, disse um relatório do departamento de saúde pública britânico, nessa quinta-feira. A educação sexual inadequada dada aos jovens tem sido apontada como um dos fatores que mais contribuem para o alto índice de gravidez de adolescentes na Grã-Bretanha, uma das maiores da Europa, apesar de ter tido uma queda de 13 por cento na última década. A última orientação divulgada pelo Instituto Nacional de Saúde e Excelência Clínica (Nice, na sigla em inglês) é apenas uma sugestão e sua aplicação não será obrigatória, mas a agência espera que as autoridades locais e outros órgãos a adotem. A entidade disse que as escolas deveriam oferecer informações sobre educação sexual, relacionamentos e o consumo do álcool já no ensino fundamental, que nas escolas britânicas começa a partir dos cinco anos. "O tema deveria ser introduzido e tratado de maneira adequada, levando em consideração o grau de maturidade e entendimento dos alunos, e deve levar em consideração a diversidade cultural, a religião e as perspectivas da família," diz o relatório. "Todas as crianças e jovens têm direito de receber uma educação de alta qualidade sobre sexo, relacionamentos e consumo de álcool, que as ajudem a tomar decisões responsáveis e a adiar o início da sua vida sexual até que estejam realmente prontas," diz o estudo. O relatório citou uma pesquisa do Parlamento Jovem da Grã-Bretanha, que mostra que 40 por cento dos jovens disseram que a educação sexual que recebem na escola é ruim ou muito ruim. O antigo governo trabalhista que perdeu as eleições no mês passado redigiu uma legislação que tornava a educação sexual obrigatória no ensino fundamental e no ensino médio, mas abandonou a iniciativa no último minuto. Essas propostas também vetavam aos pais o direito de retirar seus filhos das aulas de educação sexual a partir dos 15 anos. As mudanças haviam sido duramente criticadas por grupos religiosos e antiaborto que querem que seja dada maior ênfase na abstinência sexual antes do casamento. FONTE: http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/escolas+devem+dar+orientacao+sexual+a+partir+dos+5+anos/n1237670418169.html

Estudo aponta crescimento do número de doutores no Brasil

Portal MEC - Entre 1996 e 2008, houve um crescimento de 278% no número de doutores titulados no Brasil, o que corresponde a uma taxa média de 11,9% de crescimento ao ano. Esta é uma das conclusões do estudo do Centro de Gestão de Estudos Estratégicos (CGEE), ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), transformado na publicação Doutores 2010: estudos da demografia da base técnico-científica brasileira. Apresentado na última quinta-feira, 10, na Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), pelos consultores Eduardo Baumgratz Viotti (Universidade de Brasília) e Rosana Boeninger (Universidade de Campinas), do CGEE, o estudo foi realizado com cruzamentos de dados da Capes, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), e dos ministérios da Ciência e Tecnologia, do Trabalho e Emprego e da Previdência Social. Para Viotti, apesar dos avanços e do crescimento do número de doutores titulados para o desenvolvimento do país, o estudo mostra claramente a necessidade de mais investimento em políticas públicas para expandir e melhorar a qualidade de doutores brasileiros. “O número de doutores no Brasil ainda é muito pequeno em relação a países mais desenvolvidos, com tradição em pesquisa”, disse Viotti. “Em 2008, no Brasil, o número de doutores titulados foi de aproximadamente 11 mil doutores. Nos EUA, foram 48 mil titulados.” O estudo revela ainda taxas significativas de crescimento em todas as grandes áreas do conhecimento. Entre as que mais cresceram, destacam-se as ciências sociais aplicadas e as ciências humanas, que apresentaram crescimento de respectivamente 14,8% e 13,6% em média ao ano. Entre as que cresceram abaixo da média, 11,9%, estão as áreas de ciências exatas e da terra. Multidisciplinar – Segundo os consultores, o grande destaque do estudo foi o desempenho da área multidisciplinar, que, apesar de em 1996 não existir, teve um crescimento médio de titulados de 59,8%. Em 2008, 415 doutores foram titulados na área, representando 3,9% do total de titulados no ano. Emprego – Além do aumento no número de titulados, o estudo apresenta a área da educação como a que mais emprega doutores no Brasil. De cada dez doutores, oito trabalham em educação. Porém, o estudo indica uma crescente desconcentração para outros setores. “A concentração do emprego de doutores na educação está diminuindo e o que está em curso é um processo de dispersão do emprego para praticamente todos os demais setores”, disse Viotti. Gênero – Outro dado apresentado pelos consultores foi o aumento do número de mulheres tituladas. A partir de 2004, as mulheres deixaram de ser minoria entre os doutores. Dos 8.093 titulados doutores em 2004, 4.085 eram mulheres. A partir dos anos seguintes, o número de mulheres tituladas tem sido superior ao de homens. “O Brasil é pioneiro entre aqueles que conseguiram alcançar esse marco histórico de igualdade de gênero no nível mais elevado de formação educacional”, afirmou. Assessoria de Imprensa Capes FONTE: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=15567

Professora é levada à delegacia acusada de maltratar aluno

Correio Brasiliense - Maus-tratos a um aluno de seis anos levaram uma professora de 49 anos à delegacia, nesta quarta-feira (16/6). O caso aconteceu na Escola Classe Jardim Botânico. De acordo com a delegada-chefe da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), Gláucia Ésper, a criança teria sido amarrada a uma cadeira e com uma fita adesiva teve a boca coberta. Uma servidora da limpeza, que presenciou a cena, teria informado à diretora, Márcia Souza Almeida. A própria diretora chamou a Polícia Militar, que prendeu a acusada em flagrante. Na delegacia, a professora disse que agiu dessa forma porque o aluno não se comportava bem. Segundo a delegada, ela se mostrou arrependida. A docente, que ficou detida durante a tarde, foi indiciada por três crimes: maus-tratos, constrangimento ilegal e submissão ao ridículo. "A acusada foi liberada após assinar um termo circunstanciado, onde se compromete a prestar esclarecimentos quando chamada. Caso seja condenada, a professora pode ficar presa por até quatro anos", explicou a delegada. A professora, que iria se aposentar em 2011, foi afastada das atividades. A Secretaria de Educação vai abrir um procedimento administrativo para apurar o fato. Segundo a mãe do aluno, que preferiu não se identificar, a criança é hiperativa. "Ele é agitado, mas ela é paga para saber lidar com essa situação", disse, revoltada. A delegada pede que a população colabore com denúncias de maus-tratos à crianças e adolescentes, seja no ambiente escolar ou familiar. Através do telefone do Disque Denúncia, o 197, a pessoa pode passar informações valiosas para a polícia sem revelar a identidade. FONTE: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/06/16/cidades,i=198061/PROFESSORA+E+LEVADA+A+DELEGACIA+ACUSADA+DE+MALTRATAR+ALUNO.shtml

ProUni - Programa dá início a seleção para 60 mil bolsas de estudo

Portal MEC - Começa nesta terça-feira, 15, e prossegue até o próximo sábado, 19, o período de inscrições para o Programa Universidade para Todos (ProUni). Nesse processo seletivo, serão oferecidas 60.488 bolsas de estudo, sendo 39.113 bolsas integrais e 21.375 bolsas parciais – de 50% da mensalidade – em 1.255 instituições de ensino superior. Podem concorrer às bolsas os candidatos que tenham realizado o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2009 e alcançado no mínimo 400 pontos na média das cinco notas do exame (ciências da natureza e suas tecnologias; ciências humanas e suas tecnologias; linguagens, códigos e suas tecnologias; matemática e suas tecnologias, e redação). A inscrição ocorrerá em etapa única, e será feita exclusivamente pela internet. A partir das inscrições, serão feitas seis chamadas subsequentes para convocação dos candidatos pré-selecionados. O candidato poderá escolher até três opções de curso e instituição. Para efetuar sua inscrição, o candidato deverá informar seu número de inscrição no Enem e seu CPF. O resultado com a relação dos candidatos pré-selecionados na primeira chamada será divulgado no dia 21. Esses estudantes deverão comprovar suas informações junto às instituições de ensino de 22 de junho a 2 de julho. Acabada essa fase, poderá haver mais cinco chamadas, caso ainda haja bolsas a serem distribuídas. Podem se candidatar às bolsas integrais estudantes com renda familiar, por pessoa, de até um salário mínimo e meio. As bolsas parciais são destinadas a candidatos com renda familiar de até três salários mínimos por pessoa. Além de ter feito o Enem 2009, o candidato deve ter cursado todo o ensino médio em escola pública ou, em caso de escola particular, ter cursado na condição de bolsista integral. Professores da rede pública de ensino básico que concorrem a bolsa em curso de licenciatura, normal superior ou pedagogia não precisam cumprir o critério de renda, desde que estejam em efetivo exercício e integrem o quadro permanente da escola. O total de bolsas se refere àquelas que as instituições de educação superior participantes do programa são obrigadas a oferecer, de acordo com a Lei nº 11.096/05, que instituiu o Prouni. Fora as obrigatórias, ainda há as adicionais, que são ofertadas a critério das instituições participantes. Assessoria de Comunicação Social Consulte a oferta de bolsas por unidade da federação. http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=15564

PF faz operação contra quadrilha que fraudava concursos

VANNILDO MENDES - Agência Estado - A Polícia Federal (PF) desencadeou na manhã de hoje a Operação Tormenta, que tem por objetivo desarticular uma quadrilha que fraudava concursos públicos em todo o País. Estão sendo cumpridos 34 mandados de busca e apreensão, sendo 21 na Grande São Paulo, 1 no Rio de Janeiro, 3 na região de Campinas e os demais na Baixada Santista, além de 12 mandados de prisão temporária. A PF iniciou as investigações por meio de informações obtidas durante a investigação social realizada no âmbito do concurso para Agente de Polícia Federal de 2009, fase do concurso que faz parte do sistema de proteção adotado pela instituição no recrutamento de novos policiais. A partir daí, identificou que a quadrilha atuava em todo o País, mediante acesso aos cadernos de questões, antes da data de aplicação das provas. As investigações revelaram que, além do concurso da PF, o grupo teve acesso privilegiado às provas do Exame da Ordem dos Advogados do Brasil - OAB (2ª fase/2010) e do concurso da Receita Federal (Auditor-Fiscal/1994). Foram identificados 53 candidatos que tiveram acesso à prova de agente federal, pelo menos 26 candidatos que tiveram acesso à prova da OAB e há indícios de que 41 candidatos tenham tido acesso à prova da Receita Federal. Mesmo após a notícia do vazamento da prova da OAB pela imprensa, e sabendo que o fato seria investigado pela PF, a organização criminosa se articulou para fraudar, sem sucesso, concursos da Caixa Econômica Federal, da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), do INSS - Perito Médico, da Advocacia Geral da União (AGU), da Santa Casa de Santos - Residência Médica, de Defensor Público da União e da Faculdade de Medicina de Ouro Preto. Segundo nota divulgada pela PF, foram também constatados indícios de fraudes em outros concursos. Para o órgão, existe no País um esquema de fraudes sistêmicas em concursos públicos. FONTE: http://www.estadao.com.br/noticias/geral,pf-faz-operacao-contra-quadrilha-que-fraudava-concursos,567436,0.htm

Expansão das universidades públicas volta a atrair doutores

Priscilla Borges, iG Brasília - Docentes deixam rede privada em busca de apoio à pesquisa e estabilidade. Rede pública contrata mais e melhora salários professora de engenharia eletrônica Lourdes Mattos Brasil, 46 anos, deixou a universidade privada onde trabalhou por seis anos para se dedicar mais à pesquisa em uma federal. Lourdes aproveitou a oportunidade aberta pela Universidade de Brasília em 2008, quando realizou concurso para contratar docentes para um novo campus. “Até 2007, os salários nas particulares eram mais atrativos. Mas, quando o governo começou a expandir a rede federal, melhorou os salários. Eu queria trabalhar na minha área de formação específica e fazer pesquisa, que não tem tanto apoio na rede privada”, justifica. A estabilidade do emprego público fortaleceu a decisão. Lourdes não é a única a trocar as melhores remunerações – em grande parte dos casos, mas não todos – das instituições privadas pela carreira pública. Maria Célia Pressinatto, reitora do Centro Universitário Barão de Mauá, conta que está se tornando cada vez mais comum a migração dos professores da rede particular para a pública. Ela conta que, só no ano passado, perdeu cerca de 12 doutores. “No passado, especialmente doutores aposentados vinham trabalhar na rede privada. Houve um tempo em que os salários eram melhores nas particulares, porque as federais ficaram muitos anos sem aumento. Hoje, com a competitividade do mercado no ensino superior privado, a situação está instável para muitos”, avalia Maria Célia. A estabilidade da carreira pública, para Maria Célia, é um dos maiores atrativos. “Temos professores que estão indo para outros Estados e até regiões”, afirma. Segundo a reitora, as dificuldades aparecem quando o professor precisa largar a turma no meio do semestre. “Essa contratação imediata é que nos preocupa por causa da questão pedagógica. Temos já um banco de currículos para não deixar nossos alunos sem aulas e todo o trabalho do futuro professor é acompanhado por uma comissão pedagógica”, diz. Ela acredita que instituições menores podem encontrar mais dificuldades. O diretor de marketing da Universidade Católica de Brasília, Roberto Resende, acredita que essa rotatividade é normal. “Há vantagens e desvantagens nos dois lados. É uma decisão pessoal”, defende. “Não vemos como um problema para a universidade”, diz. Roberto conta que há professores que deixaram a instituição, mas que a reposição foi rápida e não prejudicou os alunos. Comprovação em números Ainda não há estudos sobre esse fenômeno entre as associações que representam as instituições privadas de ensino ou no Ministério da Educação. Porém, os números de funções docentes (número de postos de trabalho) do Censo da Educação Superior, divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), revelam que, de fato, os doutores se tornaram mais numerosos nas federais do que nas privadas nos últimos anos. Em 1991, a rede federal possuía 7 mil doutores. Em 2002, eles eram 18 mil. Em 2008, as federais tinham 30,6 mil. Já nas particulares, em 1991, 3 mil professores com título de doutorado davam aulas. Em 2002, 7 mil e, em 2008, 12,9 mil. É importante ressaltar que as instituições privadas representam 90% do sistema educacional superior brasileiro, que possui 2.252 instituições. Com os programas de expansão da rede federal iniciados pelo Ministério da Educação em 2003, foram autorizadas a realização de concursos e a contratação de 21,7 mil docentes e 24 mil técnicos administrativos. Um desses foi aproveitado por Lourdes, que possui doutorado na área de engenharia biomédica e está criando um curso de pós-graduação na área na Faculdade da UnB no Gama. O sociólogo Sérgio Amadeu, 48 anos, também decidiu trocar a instituição privada na qual deu aulas durante anos por uma nova empreitada. Ele, que era da Cásper Líbero, em São Paulo, quis ter mais espaço de pesquisar. Doutor na área de comunicação em rede, ele pretende estudar as políticas públicas na sociedade da informação. Na rede privada, as chances de conseguir atingir esse objetivo eram pequenas. “A Cásper é uma instituição excelente, mas a lógica é outra. A pesquisa requer um desprendimento que as instituições privadas não têm muito. Se você quer pesquisar, tem de ir para rede pública”, garante. Sérgio ainda teve dúvidas se assumia o cargo na Universidade Federal do ABC, porque a instituição era muito nova e ele teria uma queda de salário inicial. Agora, está contente com a decisão. Paulo Paniago, 44 anos, deixou o emprego de nove anos no Centro Universitário de Brasília (UniCeub) para se tornar professor do curso de comunicação social na UnB. Doutor na área de jornalismo e sociedade, a possibilidade de fazer pesquisas foi determinante na decisão. A profissão que começou como “um reforço de salário” se tornou paixão. “Eu tinha bolsas de estudos para os meus filhos, o que faz uma grande diferença no salário. Mas minha carga horária de trabalho era instável. E agora não preciso ficar preso à sala de aula, posso investir em pesquisas, que eu não conseguia. A estabilidade não conta muito para mim”, afirma. FONTE: http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/expansao+das+universidades+publicas+volta+a+atrair+doutores/n1237660301502.html